Sindicato transmite “live” sobre demissões em massa nas emissoras de TV

O Sindicato dos Radialistas no estado de São Paulo transmite live sobre demissões em massa na próximo terça-feira (20), a partir das 18h. 

Com o tema “Em tempos de Pandemia, demissões em massa é bom pra quem?” A direção do Sindicato dos Radialistas tenta levar a discussão para a categoria de forma mais imediata e interativa, onde os trabalhadores da categoria poderão participar fazendo perguntas através dos canais da transmissão em tempo real. Participarão da live Carlos Cesar Cecílio Ramos, mais conhecido como Gugu, trabalhador do SBT e diretor do Sindicato dos Radialistas, José Marcos Souza, o Zé Marcos, trabalhador do SBT e também dirigente sindical e Sérgio Ipoldo Guimarães, trabalhador da RTV Cultura e diretor coordenador do Sindicato dos Radialistas.

live vem no sentido de discutir as demissões em massa que o SBT vem fazendo, bem como as que são feitas de forma dissimulada, a conta gotas, por outras empresas do setor. Se não bastasse as demissões em massa de diversos trabalhadores, a postura sem nenhuma responsabilidade social das empresas tem demitido, inclusive, trabalhadores de alto risco de contágio.

 Com a reforma trabalhista os patrões se sentiram no “direito” de não se importar em garantir a Convenção Coletiva de Trabalho da categoria. A reboque veio as mudanças na legislação da Lei dos Radialistas. Descoberto por essa proteção trabalhista, parte dos trabalhadores acabou por eleger um candidato alinhado aos interesses patronais, que fez com que atacasse a forma de financiamento dos sindicatos, enfraquecendo-os.

Em tempos de pandemia governo federal solta MP dizendo querer garantir empregos, mas nas entrelinhas colocou um parágrafo permitindo as demissões sem prévia consulta ao sindicatos da categoria, além das empresas, que alegam crise econômica, mas contratos de publicidade continuam a todo vapor, seja com a iniciativa privada ou com o governo federal. Todos esses pontos farão parte da discussão dos painelistas, que estarão na live promovida pelo Sindicato dos Radialistas.

Transmitido pelas redes sociais do Sindicato dos Radialistas, a live poderá ser acompanhada pelo Facebook e Youtube do Sindicato dos Radialistas.

Ao completar 39 anos mês passado, o presente foi o SBT chutar seus trabalhadores para o olho da rua. Trabalhadores tem que se mobilizar

Emissora de Sílvio Santos joga no tudo pior, que vai melhorar. Aritmética imbecil do atual governo Bolsonaro, que emissora copia e apoia.

As notícias correm rápido. Ainda mais notícia ruim, que é demissão em massa. A causa não é falta de profissionalismo, mas trata-se de má administração e insensibilidade do empregador, que desemprega, olhando apenas os números. Em plena pandemia, de economia em recesso, fecha contrato de milhões para ter direito de transmitir a Libertadores.

SBT implementa também demissão em massa no RJ, sem nenhuma responsabilidade social.

Com a desculpa de seguir a orientação do sindicato patronal, emissora de Osasco se recusou a assinar um acordo coletivo com o Sindicato dos Radialistas, em que garantia um mínimo de direitos aos trabalhadores. Mais, se houvesse um pingo de consideração por quem fez o que o SBT é hoje, chamaria o Sindicato para negociar pelos trabalhadores.

Preocupado com as notícias da imprensa e da própria categoria de cortes no SBT o Sindicato enviou carta ao RH solicitando reunião para saber se procedia ou não a demissão em massa.

O quadro é desolador na emissora, nos corredores, todos tem medo de que o “facão” cheguem em outros setores. Neste momento só resta aos trabalhadores a única resposta a se dar, que é o da mobilização. Empresa nenhuma implementa um programa de demissões sem antes ouvir os trabalhadores, através de seus sindicatos. Por isso a hora é agora, de TODOS os trabalhadores da emissora, junto com o Sindicato, de organizar a luta em defesa dos empregos.

Sindicato transmite “live” com tema; Covid-19 e suas repercussões no mundo do trabalho

Sindicato dos Radialistas realiza transmissão de live no dia 29 de outubro (quinta-feira), às 17h00, sobre a Covid-19 e suas repercussões no mundo do trabalho.

live terá a participação da Dra. Maria Maeno infectologista, formada na Universidade de São Paulo (USP). Ela atua na Saúde Pública, integrando a primeira equipe do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador de São Paulo – CEREST/SP e de Arnaldo Marcolino, radialista, com pós graduação em Pedagogia, é membro do Conselho Estadual de Saúde e da Comissão de Políticas Permanentes do Sindicato dos Radialistas no estado de São Paulo. 

Transtorno mental comum (TMC), transtorno de ansiosidade, depressão e síndrome do pânico são as doenças mentais que mais tem afligido os trabalhadores e seus familiares devido a Pandemia, em consequência do risco de contaminação, do medo do desemprego, da perda do emprego, bem como o confinamento doméstico, por conta do isolamento social, que acaba gerando conflitos familiares. 

Com transmissão pelos canais do Youtube, Facebook e pela Radioweb Antena Ligada, os trabalhadores poderão acompanhar a transmissão de forma interativa, pelos canais da internet, podendo fazer perguntas, que serão respondidas durante a transmissão.

Sem muito a comemorar em seu dia, Radialistas continuam a fazer do Rádio e TV os principais veículos de comunicação

Com milhões de tele-expectadores e ouvintes, o Rádio e TV além de levar informação, cultura e entretenimento é o principal veículo de comunicação, inclusive para serviços de utilidade pública.

Comemorado em duas datas (7/11 e 21/09), aqui em São Paulo, os trabalhadores de empresas de Rádio e TV não tem muito a comemorar. Os patrões, como é de praxe não orientaram seu sindicato a assinar a convenção coletiva. Os trabalhadores, para eles, não passam de mão de obra substituíveis. Situação que nem sempre foi assim.

A confusão da comemoração com mais uma data se deu em junho de 2006, quando o ex-presidente Lula sancionou a Lei nº 11.327 que institui o Dia do Radialista, a ser comemorado em 7 de novembro, data de nascimento do compositor, músico e radialista Ary Barroso. A autoria foi do deputado Sandes Junior (PP-GO) que argumentou que “a instituição do Dia do Radialista, além de prestar uma justa homenagem a Ary Barroso, no ano do centenário de seu nascimento e, por extensão, aos profissionais do rádio, reconhece também a importância desse meio de comunicação de massa no contexto da história do país”. Como se vê, usou a categoria para exaltar a importância do veículo. Um contrasenso só.

O dia dos Radialistas, verdadeiramente, é comemorado pela categoria no dia 21 de setembro. A data faz referência em relação a conquista da categoria através de um decreto presidencial, sancionado pelo então presidente da República Getúlio Vargas, que insituiu um piso salarial ou remuneração mínima para os profissoinais da categoria. Relatos de profissionais da época relatam que os trabalhadores silenciaram as transmissões ao saírem às ruas para comemorar suas vitórias.

No Dia dos Radialistas, além de parabenizar os trabalhadores, reforçamos a mensagem de que somente com união teremos fortalecimento e maior respeito à nossa categoria e que o individualismo é que nos leva a perdas politicas e econômicas. UNIDOS, JUNTOS AO SINDICATO, SOMOS FORTES!

Parabéns à todos os profissionais do rádio e da televisão!

Há 70 anos atrás nasciam os primeiros radialistas de TV no Brasil

Foi em 18 de setembro de 1950, que 22 aparelhos de televisão foram instalados em pontos da cidade de São Paulo no prédio dos Diários Associados, jornal que pertencia a Assis Chateaubriand dirigia. Então, à noite, foi quando o ator Walter Forster anunciou que a emissora estava no ar: “Está no ar a PRF-3, TV Tupi de São Paulo, a primeira estação de televisão da América Latina”. De modo improvisado, o Brasil inaugurava sua primeira transmissão de TV e, consequentemente, sua primeira emissora de Televisão. Junto dela, dezenas de trabalhadores, que se transformariam em centenas e hoje milhares.

Dono dos Diários Associados, Assis Chateaubriand, inaugurava sua TV Tupi em São Paulo há 70 anos.

Trabalhadores radialistas que produzem conteúdo, de entretenimento, de cultura e arte, de jornalismo. A televisão não veio para substituir o rádio e prova disso é que os dois veículos se complementam. Nascia ali os operadores de câmera, operadores de cabo, técnico de transmissor de TV, diretor de programas, locutor apresentador de TV, iluminador, cenotécnicos, diretor de imagens e tantos outros com funções da categoria dos radialistas que, mais tarde, teriam lei própria e regulamentada. Quase no final dos anos 70 os radialistas da TV desbravam o céu com os sinais da nova radiofrequência de TV, em que fazia os olhos, a mente e os corações dos brasileiros serem seduzidos.

Para muitos, os radialistas são apenas os locutores de Rádio. Por desconhecimento, não sabem que radialista é todo trabalhador que trabalha com radiodifusão e televisão ou empresas que comercializam material audiovisual produzido para veiculação nessas emissoras, conforme descreve a Lei do Radialista em seu Art. 3º, da Lei 6.615, de 12 de dezembro de 1978 e conhecida como Lei do Radialista. Que teve seu decreto 84.134 alterado por outro decreto, agora do então presidente golpista Temer, que atendeu os donos de mídia para evitar os ataques que sua sucessora recebia dioturnamente. 

O Decreto que regulamentava a Lei do Radiaisltas (84.134 de 16 de outubro de 1979) foi alterado através do decreto 9.329 de 4 de abril de 2018, em que, na prática suprimiu o direito dos trabalhadores radialistas receberem adicional de acúmulo de função ou dupla função. Decreto este que está sob júdice, pois sindicatos de radialistas por todo o Brasil se uniram através de sua federação (FITERT) ao mover uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) junto ao Supremo Tribunal Federal e também unindo esforços para intervir junto ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) contra a proposta da Federação Patronal.

Hoje vemos todos os canais de TV jogando confetes na evolução do veículo com o desenvolvimento da tecnologia da transmissão em cores, da digitalização do sinal e do aperfeiçoamento da linguagem televisiva, mas justamente quem usa essa tecnologia como instrumento de trabalho é esquecido. Têm suas condições de emprego e salário deterioradas, bem como o ambiente de trabalho, cada vez mais sufocante a ponto de fazer os radialistas de TV adoecerem.

Sindicato dos Radialistas fecha acordo coletivo com aumento real para os trabalhadores da TV WA

O Sindicato dos Radialistas, após negociações com a Gamecorp S/A, que transmite a programação do canal TV WA, assinou Acordo Coletivo de Trabalho com aumento real de salário.

Com todas as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho incluídas, no acordo coletivo de trabalho com a empresa Gamecopr S/A, o Sindicato dos Radialistas não só garantiu os benefícios conquistados durante anos pela categoria como emplacou o reajuste salarial do período (abril/19 a maio/20) como, também, o aumento real de salário de 2%. Em plena pandemia a luta conjunta com os trabalhadores foi fundamental para essa conquista.

O efeito não é só positivo para os trabalhadores, pois a empresa não se inclui como outras a ter de administrar um passivo econômico, que poderá advir quando houver o fechamento da convenção coletiva. Resta agora, os trabalhadores da categoria, junto com o sindicato, organizarem para estar em movimento e garantir os mesmos direitos que os radialistas da TV WA conquistaram.

Sindicato dos Radialistas discute em “live” a Revolução Digital e o Mundo do Trabalho

Nesta sexta-feira (11), às 17h, o Sindicato dos Radialistas realiza uma discussão, através de uma transmissão virtual (live) com especialistas a respeito não só das novas tecnologias, mas do denominado trabalho 4.0. Que conceito é esse? Para onde vai ou fica o trabalhador num mundo digitalizado?

Considerada como nova revolução industrial a Indústria 4.0 parece estar se consolidando aos nossos olhos. Robótica, cloud computing, comunicação entre máquinas, big data, sistemas ciber-físicos e Inteligência artificial vão se materializando a nossa frente, apesar de muito desses conceitos ocupar espaços não físicos. Essa mudança se apresenta de forma radical a ponto de apontar no futuro um lugar onde o trabalhador vai ter pouco espaço. Pelo menos é o que especialistas afirmam. Essa nova realidade transforma e apresenta novas exigências para o profissional destes tempos. Segundo eles o trabalho tem de se reinventar para sobreviver no mercado 4.0, que precisa absorver diversas habilidades para atuar em ambientes complexos. É em torno disso que a discussão irá caminhar. 

O evento terá a particpação de Jota Reis, radialista e dirigente sindical, Leandro Balboni, Professor em Desenvolvimento em Front-End e Consultor de Soluções Digitais, Daniel Lage, Analista de Sistemas e graduado em Ciências Sociais e uma trabalhadora da área de Tecnologia da Informação (TI) e também militante do grupo Info-proletários, com o pseudônimo de Sanchez.

Para assistir o evento clique aqui.

Sindicato dos Radialistas convoca a categoria para participar de Plenária Virtual Estadual na próxima quinta-feira (03)

Próxima quinta-feira (03), às 19h30, o Sindicato dos Radialistas no estado de São Paulo realiza Plenária Estadual Virtual da Campanha Salarial 2018-2021 com os trabalhadores da categoria.

Os patrões tem se recusado em iniciar as negociações, de forma virtual, com o Sindicato, com a desculpa da Pandemia. Sendo que realiza reuniões com diretores, gestores e funcionários das empresas normalmente. Essa situação só vai mudar, se os trabalhadores se organizarem junto ao sindicato.

A categoria dos Radialistas de São Paulo sofre não só pela indisposição dos patrões em renovar a convenção coletiva, que há mais de três anos está sem assinatura dos patrões, como também, pelos ataques dos patrões e do governo aos seus direitos, duramente conquistados ao longos dos anos. Os ataques, que são combatidos no dia a dia da categoria, tomou outra proporção,  quando foi efetivada a reforma (desmonte) trabalhista no governo Temer. Bom lembrar que essa reforma teve o apoio e os votos favoráveis, na época, do então deputado federal e agora presidente Jair Bolsonaro. 

Os ataques não foram apenas na legislação trabalhista CLT, mas também na Lei do Radialista em que a legislação específica da categoria passou de mais de 90 funções regulamentadas para apenas 25. Essa mudança está sendo contestada através de uma ADI – Ação Direta de Inconstitucionalidade, com pedido de medida liminar contra a Lei n. 13.424, de 28 de março de 2017, que altera o artigo 4º da Lei n. 6.615/78 (Lei do Radialista). Nesse contexto de ataques incessantes por parte dos patrões e do governo, o Sindicato dos Radialistas convoca os trabalhadores da categoria para discutir ações no sentido de impedir os ataques e garantir a continuidade de seus direitos.

A plenária virtual com  os trabalhadores será realizada através da plataforma Google Meet e todos os trabalhadores de empresas de radiodifusão e televisão no estado de São Paulo podem participar. Para isso, basta entrar no nosso site e clicar no link que será fornecido 15 minutos antes do início da plenária.

Todos participando na Plenária Estadual Virtual dos Radialistas, que será realizada na próxima quinta-feira (03), às 19h30, sobre a campanha salarial 2018-2021 pela plataforma Google Meet.

Próxima sexta-feira (28) Sindicato dos Radialistas realiza “live” sobre Pandemia e Saúde do Trabalhador

Nesta sexta-feira (28), às 15h30, o Sindicato dos Radialistas realiza a transmissão virtual do debate a respeito da Saúde do Trabalhador em tempos de Pandemia.

O evento será transmitido ao vivo pelo Facebook e Youtube do Sindicato dos Radialistas na sexta-feira (28) às 15h30. Participarão do evento Vinícius Figueira Boim, Assistente Social do Centro de Referência de Saúde do Trabalhador – CEREST – Lapa, Marcos Antonio G. Peres, médico sanitarista CEREST – Campinas e Arnaldo Marcolino, educador popular.

Com o tema “Saúde do Trabalhador em Tempos de Pandemia”, o objetivo é aprofundar a discussão sobre os cuidados e conhecimento a respeito de contaminação dos trabalhadores da categoria dos radialistas, em que o setor de comunicação foi considerado como essencial, obrigando os trabalhadores a se exporem ao vírus e em condições insalubres, devido a natureza do trabalho ao lidar, dependendo das funções, diretamente com o público.

Youtube Sindicato dos Radialistas

Facebook Sindicato dos Radialistas

Nesta sexta-feira (07) centrais sindicais fazem manifestação de luto e denúncia política das mortes por causa do governo Bolsonaro

Nesta sexta-feira, dia 07 de agosto, acontece manifestações em todas as regiões do país para denunciar a política genocida do governo Bolsonaro que tem como resultado até agora quase 100 mil mortes e mais de 2 milhões de contaminados. Em São Paulo será às 12h na Praça da Sé.

DIA DE LUTA: EM DEFESA DA VIDA, DOS DIREITOS, EMPREGOS E SALÁRIOS

A luta é em defesa da vida, dos direitos, salários e empregos: o Capital se aproveita da pandemia para potencializar as saídas de sua própria crise, no mundo todo demissões em massa, retirada de direitos, arrocho salarial e o aumento da miséria.

No Brasil, nos dois primeiros meses de pandemia as empresas demitiram mais de 1 milhão de trabalhadores e agora já somos mais de 40 milhões sem emprego. As Medidas Provisórias impostas pelo governo Bolsonaro liberaram a redução de salários, ataque aos direitos e a continuidade das demissões.

Demitindo e aumentando a exploração, ricos cada vez mais ricos: estudo divulgado na semana passada mostra que os ricos ficaram mais ricos durante a pandemia da COVID 19. O patrimônio dos bilionários brasileiros aumentou US$34 bilhões. Segundo o estudo, entre março e julho o patrimônio de 42 bilionários do Brasil passou de R$ 629 bilhões, para R$ 839,4 bilhões.

O mesmo estudo constata que mais de 50 milhões de pessoas na América Latina ficarão abaixo da linha da pobreza durante a pandemia. Isso significa não ter o mínimo para sobreviver.

Enquanto os ricos concentram cada vez mais riqueza, a proposta de reforma tributária do governo da morte de Bolsonaro é premiar com isenção de impostos as empresas que fizerem contratações cada vez mais precárias, sem os direitos básicos como pagamento de FGTS, contribuição previdenciária entre outros.

Contra a carnificina imposta pelos patrões e seus governos não há outro caminho que não seja a luta do conjunto da classe trabalhadora: a Intersindical – Instrumento de Luta e Organização da Classe Trabalhadora está em unidade de ação com as Centrais Sindicais e Movimentos Populares para a realização de um grande dia de luta no próximo 07 de agosto. Desde a madrugada assembleias com atraso nas entradas, panfletagens e diversas outras manifestações de rua tomando os devidos cuidados de distanciamento para evitar o aumento da contaminação acontecerão em todas as regiões do país.

Fortalecer a luta:

 – PELO ISOLAMENTO, ÚNICA FORMA DE IMPEDIR O AUMENTO DA CONTAMINAÇÃO.

– EM DEFESA DO EMPREGO, SALÁRIOS E DIREITOS

– PELA AMPLIAÇÃO DO VALOR E DAS PARCELAS DO AUXILIO EMERGENCIAL

– EM DEFESA DO SUS

– PELO AUMENTO DAS PARCELAS DO SEGURO-DESEMPREGO

– PELO NÃO RETORNO ÀS AULAS ENQUANTO DURAR PANDEMIA

– EM DEFESA DA VIDA E DOS DIREITOS, FORA BOLSONARO